Núbia Saldanha
Fome de poesia -
Transmuda coisas e razão
E esta poetisa canta
A sinfonia do vento
No mel esquecido dos mortais
Pela queda, o cavalo alado
Transfigura-se no Norte
E na noite, o mito assume
O poder da luz
Mundo sem valia, vão...
Pelo sagrado, espreitam-se os segundos
E a humanidade, - só
Perdida, sem esperança, chora
domingo, 30 de maio de 2010
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