domingo, 25 de abril de 2010

Seria eu o quê?

Seria eu o quê se não fosse o que já era

Um gênio, talvez torto

Por excelência, um sublime louco

O maior criador de obras-primas

As mais belas fantásticas, colossos sem iguais,

Vistos jamais sobre a terra!

Ser... Poderia eu também poeta

Um lunático bem diferente

Ou mesmo, um guerreiro potente

Acima dos que vencem a todas as nações!

Aí então, eu seria o magnífico refrão das lutas

universais

A palavra-chave, o paradigma

Que pungente dita a glória e se faz na história

O doce manar dos imortais!

Porém, eu melhor seria um rio

Que tal qual a vida

Corre a fio sem parar

E num perene desafio leva

Para longe as mágoas

Que junto às suas águas vão

E não mais voltam

Para o mesmo lugar!

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