Seria eu o quê se não fosse o que já era
Um gênio, talvez torto
Por excelência, um sublime louco
O maior criador de obras-primas
As mais belas fantásticas, colossos sem iguais,
Vistos jamais sobre a terra!
Ser... Poderia eu também poeta
Um lunático bem diferente
Ou mesmo, um guerreiro potente
Acima dos que vencem a todas as nações!
Aí então, eu seria o magnífico refrão das lutas
universais
A palavra-chave, o paradigma
Que pungente dita a glória e se faz na história
O doce manar dos imortais!
Porém, eu melhor seria um rio
Que tal qual a vida
Corre a fio sem parar
E num perene desafio leva
Para longe as mágoas
Que junto às suas águas vão
E não mais voltam
Para o mesmo lugar!

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